11 junho, 2011

A história de amor mais bonita da cidade!

Em homenagem ao Dia dos Namorados, e ao meu eterno namorado, uma linda história de amor:



Compreende o que é amor agora?

Feliz Dia dos Namorados!

09 junho, 2011

Dois pesos. Duas medidas.

Não que eu entenda muito de política internacional, mas andei queimando uns neurônios com a notícia dessa semana.


Deixa-me ver se entendi direito.

Na Itália, Battisti foi integrante de uma organização de extrema-esquerda na década de 70 e foi acusado e condenado a prisão perpétua pelo assassinato de 4 pessoas. Mas ele fugiu pra França onde viveu por 10 anos sob proteção do governo. Depois veio pro Brasil, onde foi preso em 2007.

Itália e Brasil não são países tão divergentes assim, como se nos comparássemos a um país do Oriente Médio onde cultura, religião e valores são completamente diferentes.

Quer um exemplo?
Há um tempo atrás uma iraniana foi condenada a morte no Irã por cometer adultério. O Lula ofereceu exílio a ela.  Num caso como esse, onde nossos valores e religião divergem exponencialmente do país em questão, eu acho até discutível a intenção do ex-presidente. Afinal de contas, nós no Brasil não somos a favor da pena de morte, muito menos por adultério (senão tava todo mundo morto por aqui já). E em nossos valores se enraíza a máxima que nada nos dá o direito de tirar a vida de alguém. Portanto, seria louvável nossa intenção (no caso a do ex-presidente) de proteger a vida de uma mulher, oferecendo-lhe exílio.

Já o italiano Battisti fez barbaridades com seu povo e foi devidamente julgado por ele. E condenado. Ele assassinou e nós no Brasil também não somos coniventes a esse tipo de crime.
No entanto depois de muita discussão ficou decidido que ele seria extraditado e que cumpriria pena máxima de 30 anos pelos seus crimes (e não perpétua como definido pela Itália). Mas a justiça brasileira entendeu que a vida dele correria perigo caso ele voltasse à Itália e concedeu a ele status de refugiado político que poderia melar o processo de extradição pedido pela justiça italiana.

Nosso companheiro Lula resolveu não extraditá-lo e agora no governo Dilma, ele será solto para viver da forma que ele gostaria, como um escritor (que fofo!).

Talvez minha limitação de compreender política gere em mim algumas questões:

- O Brasil, ou o ex-presidente Lula, ou a justiça brasileira, tem o direito de intervir, contestar ou modificar uma decisão da justiça italiana? Ainda mais sendo de problemas internos?
- A troco de que o Brasil faz questão de manter uma pessoa condenada por assassinato, em nosso país?
- Não seria justo enviá-lo para o país dele, onde cometeu tantos crimes, para que eles se resolvam?
- Por que o Brasil está tão preocupado com a segurança de Battisti na Itália se ele é um assassino?

Ahhhh, imagino que isso tudo deve levantar um monte de discussões sobre o tema e que de repente aparece gente defendendo o Battisti pra cima e pra baixo. Como acontece com esses chatos dos "Direitos Humanos" defendendo bandidos.

Então vamos colar as coisas de outra forma:
Lembram do médico especialista em fertilidade Dr. Roger Abdelmassih?!

Não, ele não matou ninguém até onde eu sei.
Mas ele também tem algumas acusações cabeludas de estupro e atentado violento ao pudor de mulheres, entre ex-pacientes e uma ex-funcionária, ocorridos entre 1995 e 2008. Recentemente outras acusações estão pipocando no caso. Ele também está sendo investigado sobre manipular material genético de forma ilegal e imoral. Tentando aumentar as chances de suas pacientes engravidarem ele utilizava óvulos e espermatozóides de terceiros. Exames de DNA confirmaram que alguns casais deram a luz a filhos que não carregam seus genes.

Não, ele não foi condenado. Ainda.
Mas ele está foragido e tudo indica que ele fugiu para a Líbia.

Eu quero esse doutor de volta a nosso país para que ele seja julgado e condenado, fazendo justiça com todas as mulheres que sofreram seus abusos e com todos os casais que foram enganados pelo seu tratamento sujo.
Você não quer?

E se...de repente se...a Líbia olhasse para o tal doutor e entendesse que sua vida estivesse em perigo caso ele fosse extraditado pro Brasil e resolvesse conceder-lhe algo como um asilo político? Ficaríamos nós, brasileiros, satisfeitos? E nossas mulheres? Nossas mães? A honra de nossas famílias?
-Manda já o Dr. Roger Abdelmassih de volta que eu quero justiça!
E olha que não conheço nenhuma das vítimas dele.

Por que seria diferente com os familiares das pessoas assassinadas por Battisti?
Posso jurar que elas também querem o mesmo que nós: justiça.

São dois pesos e duas medidas.
 A esquerda e a direita italiana só se unem nesse fato: Battisti é criminoso. Mas o nosso ex-presidente, que tem complexo de oposição, tem que fazer o barulho dele. Não extraditar Batistti no ultimo dia de mandato é tipo peidar no elevador lotado e descer no próximo andar.

Sra. Dilma e toda a laia da justiça brasileira, muito cuidado!
Hoje vocês estão liberando um assassino para viver impune no Brasil e amanhã pode ser que sejam vítimas desse mesmo ato e nossas mulheres não tenham direito a justiça que elas merecem, porque simplesmente outro país entendeu assim. País esse que não tem nada a ver com nossos dilemas.

Percebem?

02 junho, 2011

"Quando mentir for preciso, poder falar a verdade."


Quem me conhece sabe: eu me viro com a verdade, mas não sei administrar uma mentira.
Por mais que doa, por mais que eu sofra, por mais que mude minha vida, eu prefiro saber, ver, enxergar à viver no escuro de uma mentira, que um dia vai se iluminar e me engolir.

Sou capaz de perdoar a verdade mais horrível que já me causaram, ou não, mas não perdôo a mentirinha inocente. Mentiras não são inocentes, salvo algumas escassas exceções.

Muito provavelmente essa seja a minha razão do querer saber, do precisar entender. E nessa minha busca por tentar ver o mais claro possível de uma situação, me fez ver que a verdade absoluta é um mito. O mesmo acontecimento é visto por pessoas diferentes e de formas distintas. E todas as formas possuem sua verdade parcial. Portanto, toda história tem pelo menos 2 versões diferentes.

Algumas histórias mudam nossas vidas, sem nem terem acontecido com a gente. Algumas coisas nos fazem enxergar o que sempre vimos de um jeito, de uma nova maneira. E é algo irremediável.

Tem quem prefira viver num mundo cor-de-rosa, ignorando alguns fatos que não lhe competem diretamente para manterem sua felicidade. Mas a minha felicidade eu busco no concreto, no real, ou no mais próximo que eu consigo chegar disso. E não na ilusão. Eu me adapto a verdade feia, dolorida e cinza e busco a felicidade em algum canto dela.

A sua verdade pode me dilacerar por dentro, mas eu dou meu jeito. Eu me lambo, me limpo, me curo e o tempo me ajuda a cicatrizar. A sua mentira vai ser a minha ferida supurante, infeccionada e mal cheirosa.

Vou olhar nos seus olhos e vou querer saber quem você é. Minta pra mim e não vou mais querer saber de você.

Não mostre-me nada, seja um mistério, uma incógnita para mim, mas não apresente-se com uma linda bandeja de ilusões.  E sim, você é responsável pelas ilusões que eu tiver a seu respeito. Minhas conclusões baseiam-se no que vejo, no que absorvo de você. Não diga que a culpa foi minha.
Olha no alto da página, do lado direito do blog...leia bem essa frase. É isso.

E falando em verdades e mentiras, em pessoas, em se relacionar, olho pra trás e vejo o quanto um dos maiores representantes atos de mentira, o “trair”, tem várias facetas.
Quando se é adolescente o trair é o beijar entre sua namoradinha e aquele seu amigo, depois de umas chiboquinhas a mais, atrás do palco naquela festa. Quando viramos adultos e os relacionamentos se tornam um pouco mais sérios, o trair vai da sedução à cama e ponto final.  No casamento o trair se personifica na imagem dos amantes, virando um relacionamento paralelo.

Aqui e hoje não julgarei as razões desse ato de mentira, pois variam de um simples impulso, a um relacionamento em declínio até a simples e completa falta de caráter. Cada caso, nesse caso, é um caso!
Não me conheço o suficiente para ter certeza sobre qual seria minha reação atualmente, se submetida a uma situação assim em minha vida. Eu desconfio, mas não coloco minha própria mão para queimar.  E também não entrarei nesse mérito da questão.

Talvez fosse o caso de dissertar sobre um fato. Dar aqui um exemplo bem vermelho do que estou falando, de pessoas que mentem e enganam compulsivamente. De pessoas sem caráter, sem princípios, pessoas invertidas. Pessoas que carregam com si outras pessoas e relacionamentos e deitam-se todas as noites em travesseiro de mentiras.

No entanto eu sei: o trair é só uma das faces da mentira. A mentira estaria ali muito antes dele (ou dela) deitar-se na cama com outra. Um relacionamento é fadado ao fracasso quando a mentira encontra um canto calmo para se aninhar nele.
A mentira é o começo de tudo e o trair é apenas a conseqüência.

Não me magoe, não me faça questionar a sua presença em minha vida, não me decepcione. Não minta pra mim.
A sua mentira, seja lá quem você for em minha vida, será levada para o lado pessoal e não o verei com os mesmos olhos de novo. Meu ponto de vista talvez seja radical demais, mas essa sou eu. Deal with that.
 
Talvez você me deva satisfações, talvez não.
Talvez você me deva explicações, talvez não.
Talvez você precise da minha aceitação, talvez não.
Talvez você precise da minha lealdade e me deva a sua, talvez não.
Talvez precise da minha fidelidade e me deva a sua, talvez não.

Não importa. Minta para mim e você nunca mais será o mesmo. E dependendo de quem você for e do seu papel em minha vida, em meu coração, você vai saber disso. Caso contrário terá só o meu silêncio, que só terá significado para mim.

Não coloco aqui o tamanho, a importância, a razão, os motivos, o tipo ou a gravidade da mentira, pois isso tudo só agrega valor ao problema principal. 
Não olhe nos meus olhos e minta. E se o fizer, cuide para que eu NUNCA saiba disso. Essa é a única coisa que pra mim o tempo não ameniza.

01 junho, 2011

Tagliatelle Nero com Lulas ao vinho branco


Fazendo compras no mercado encontramos lulas frescas com um preço muito bom. Fernando e eu nunca tentamos uma receita com lulas, pois a danada tem ponto difícil de acertar.
Sabe como é...fome, lulas, preço bom, e uma massa boa em casa... Estava na hora de arriscar (e lógico que eu liguei pra minha sogra pra pedir umas dicas com quem entende de cozinha).

Não somos chefes nem nada, mas ficou divino nosso jantar. Um BBB: Bom, Bonito e Baixa caloria (esse último é importantíssimo para nós mulheres).

salivou?
 Vou compartilhar essa receita, que é bem facil, aqui com vocês. Anota ai:

Tagliatelle Nero com Lulas ao vinho branco
(porção para 2 pessoas)

- 800grs de lulas
- 1 cebola média picada em cubinhos
- 3 dentes de alhos picados
- 2 tomates grandes sem semente picados em cubos.
- sal
- pimenta do reino branca
- 1 copo de vinho branco
-  ½ pacote de Tagliatelle a Nero de Seppia (massa negra por tinta de lula)

Limpe a lula, tirando a cabeça, a barrigada e aquela espécie de espinha dorsal, uma cartilagem durinha que parece um plástico. Você pode pedir pro seu peixeiro fazer isso se ele for um cara bacana! Mas se você quiser aprender da uma olhada nesse vídeo que já facilita: 


Em uma frigideira, refogue a cebola e o alho com um fio de óleo. Acrescente a lula e tempere com o sal e pimenta do reino branca a gosto. Tampe a panela e deixe a lula cozinhando na própria água que ela soltará.
Quando estiver cozida (cuidado para não deixá-la borrachóide), adicione um copo de vinho branco e deixe refogar sem a tampa até secar um pouco.
Acrescente os tomates e refogue por mais uns 5 minutos. Não é necessário que os tomates desmanchem.
Desligue o fogo e acrescente a massa já cozida!

Sugestão: sirva com cebolinha fresca picada por cima!

Bon apetit!

Usamos o Tagliatelle Nero di Seppia da Colavita que comprei no Empório Santa Maria. Não é exatamente uma massa em conta e também não é em todo lugar que se encontra, mas além de deliciosa dá um visual diferenciado para o prato! Vale o investimento de vez enquando!



30 maio, 2011

De pescoço quentinho!

To tentando não escrever sobre comida.
Não me recriminem, mas eu adooooooro o inverno! E convenhamos não dá pra me julgar, vai! Eu com essa pele branquela e esse cabelo vermelho, não tem como ter o astro Rei como meu melhor amigo.
Por isso to feliz e contente que o inverno ta ai!





Gostos a parte, precisamos admitir que o frio nos valoriza, escondendo aquilo que muitos(as) não deveriam mostrar, mas que no verão se permitem. Botas, meias-calças, vestidos, malhas, e toda a infinidade de tipos, cores, tamanhos e acessórios como cachecóis e encharpes, nos fazem muito mais elegantes!

Está na hora de tirar seus acessórios do armário! Por isso estou deixando essa dica aqui no LePitanga: 25 maneiras de se usar sua encharpe, seu lenço e até seu cachecol.
Arrasa!

23 maio, 2011

Gastronomia em stop motion

Acho que já deu pra notar que sou ligada no 220V no que se diz respeito a todas as áreas da Gastronomia. De uma forma bem leiga também aprecio bastante alguns tipos de arte e ultimamente ando bem interessada nesses vídeos de stop motion.
Stop motion é essa técnica, bem trabalhosa, onde os modelos ou objetos são movimentados e fotografados quadro a quadro e posteriormente montados em uma película cinematográficca. Ou mais ou menos isso...


Agora imagina só juntar os dois assuntos no mesmo vídeo. Passo o dia assistindo, é duplamente delicioso!
Já postei aqui no LePitanga duas obras de arte gastronomicas, uma do restaurante do chef Guy Savoi e uma do Dui, da minha querida chef Bel Coelho (em stop motion), que valem muito a pena rever!


Ah, e que quiser saber mais sobre o Clandestino, entra no post e da uma olhada!


Nessa mesma onda fiz uma seleção de filmes em stopmotin com o tema gastronomia.Enjoy!

Esse primeiro vídeo além de me dar fome, me senti velha. São os jogos do Atari em forma de comida. Nostálgico!



Esse é um filme fofo feito em torradas de pão de forma. Jizuis, que trabalho que isso dá!


Esse é bem legal!! Uma nova maneira de fazer um bolo!


Esse é mai simplesinho. Enjoy sua comida coreana!


Esse é sensacional. A guerra da comida!


Lindo, lindo, lindo! Amei.




Esse é meu predileto, te ensina a fazer cookies pelo Adobe. Genial!



Não precisa nem gostar tanto de comer como eu pra se divertir com esses filmes.




19 maio, 2011

Vota.Vota.Vota.Vota - Mãe, olha eu no Estadão!!

A hisória é a seguinte:

vota.vota.vota.vota
 
O Estadão está promovendo um concurso para ativar a versão eletrônica do guia Divirta-se, promovendo essa campanha de Embaixadores da Diversão.
São 11 categorias para se cadastrar: balada, chop, cinema, música, exposições, hamburguer, humor, padaria, pizza, crianças e teartro.

Você se increve e rola uma votação. Os 6 mais votados de cada categoria viram Embaixadores da Diversão. Cada Embaixador tem direito de visitar 5 estabelecimentos, com as despesas pagas pelo Divirta-se e depois escrever uma resenha sobre a experiência.
Estou inscrita na categoria Padaria.

Tá. Você esta se perguntando por que raios eu quero participar disso ai, né?
Ok. Não preciso de ninguém pagando minha conta na padaria, isso é fato. E também, se eu quiser escrever, o blog tá aqui pra isso. O blog é meu e eu escrevo o que eu quiser!

Ahhhh mas me ajuda vai! Vai lá no link e vota em mim!
Não, infelizmente você não vai ganhar nada por isso...só meu agradecimento mesmo. E sincero!

Vocês bem que me conhecem...sou uma língua solta do cacete. Eu não sou jornalista, publicitária, escritora, nem descoladinha, mas adoro escrever...ainda mais sobre lugares e comida. Ou lugares de comida. Enfim, essa pode ser a  minha única chance de escrever pro Estadão alguma vez na vida.


Dá uma força, vai!?

 Entra lá no link !!
Categoria PADARIA
E procura euzinha...LePitanga (Mariana Ushli Poloni)

Aproveita esse seu amigo que não ta fazendo p*&#% nenhuma e fala pra ele votar também.
Sem mais.Obrigada.

=)
Votou?