Estive recentemente nos EUA e como uma gordinha incontestável que sou, boa parte dos meus “must go” são restaurantes, comidinhas de rua, botecos, tudo quanto é lugar onde se possa comer ou beber bem. Já saio daqui com muitas indicações em punho, vindas principalmente de pessoas que confio (as melhores), chefs, sites, jornais e revistas especializados. E toda indicação é sempre checada, para não cair em roubadas.
Dessa vez inclui na minha lista alguns estrelados e um deles
foi o COI, em São Francisco, do chef Daniel Patterson , que diferentemente das
outras indicações, foi pinçado (exclusivamente) da lista do 50 Melhores, da San Pellegrino World’s Best Restaurants.
Estive lá, comi, bebi, conheci o chef, vivi a experiência como
vou relatar logo mais e comecei a pensar sobre minhas próprias conclusões e
sentimentos em relação aquilo tudo. Até que, passeando pelo Gastrolândia
encontrei um lindo texto da Ailin Aleixo, uma obra prima, postado no inicio de
março que por um momento achei que tinha sido
escrito pra mim, tamanha a minha identificação.
(corre lá pra entender do que eu estou falando: “A chatíssimaera das listas e dos caçadores de restaurantes premiados)
Falemos primeiro da experiência no Coi então, e já chego lá
no link com o texto da Ailin.




